segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Na janela

E destroços da Fobos-Grunt foram parar mesmo no Chile. Teve boato de que cairia no Atlântico, costa argentina. Cheguei até a imaginar destroços em chamas caindo aqui pertinho... Ah, podia, né? Oras. Não seria a primeira vez que eu assuntaria à janela, a espera de corpos que caem. 

Em 1979, me preocupei por dias e dias com a possibilidade de a estação espacial Skylab cair nas redondezas. Menos trágico, um ano depois, tentei calcular a possibilidade de balões de gás saídos de Moscou aterrissarem em Curitiba; eu sabia que não era possível, mas via aqueles filmes na Sessão da Tarde que mostravam que o impossível não existia... aos 10 anos, a gente aventava a possibilidade; mas o Ursinho Misha não caiu na minha rua. Por anos, espiei o céu de binóculo em busca de sinais alienígenas; o máximo que eu consegui foi ver um balão meteorológico. E em 98, fiquei plantada na sacada, e consegui um torcicolo, para ver uma chuva de meteoros – bom, essa eu vi!!!

0 desgovernando |E você, o que diz?|: