Mas sofro de uma falta de paciência, absoluta e permanente, com quem decreta suas descobertas pessoais como sabedoria universal, prova de brilhantismo e superioridade em relação à existência medíocre de seus pares. É como se você se comunicasse com uma criança que sofre de déficit de atenção.
Com raríssimas exceções, me lembram uma vinheta do Monty Python Flying Circus, na qual a rainha Vitória declara We are not amused!. Sim, pois qualquer menção às atividades mesquinhas da sua sobrevivência entedia mortalmente tais viventes mui elevados, tais intelectos über desenvolvidos. É como se dissessem “aprenda com minhas dúvidas e certezas; não destrua o momento com a sua banalidade”.
Como tais pessoas não são do gênero “aconselhável” – embora finjam sê-lo –, fica aqui aquele desejo fortíssimo de que embrulhem para viagem suas atitudes condescendentes, se deem as mãos e encontrem um lugar à altura de suas potencialidades; numa galáxia beeeeeeeeeeeemmmm distante, de preferência, num buraco negro!

5 desgovernando |E você, o que diz?|:
kkkkkkk Adoro quando você escreve assim, irritada!!
“aprenda com minhas dúvidas e certezas; não destrua o momento com a sua banalidade". Minha recorrente banalidade se abalou agora! Brilhante o texto, para variar!
Faço minhas tuas palavras sábias!
Valéria, vc entende, né? Mas na minha idade (HAHAHAAH!), já é preguiça mesmo!
Thiago, não vc tem nada de recorrente banalidade – aliás, vc sabe do que eu estou falando! Conhece o perrengue, certo?
Giou, acho que a preguiça – nada sábia – é nossa mesmo! Daquelas que já cachimbamos a respeito!
=)
E O LIVRO, HEIN?
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