




Les bal de casse-pieds (O mundo é dos chatos)
1992. Dir.: Yves Robert
1992. Dir.: Yves Robert





A descrição completa aqui.Estamos renovando o conteúdo do nosso website, e na próxima semana, grandes novidades estarão disponíveis. Além dos novos Video PodCasts com dicas de marketing, começaremos a disponibilizar um documentário ... dividido em 10 episódios, intitulado “O Segredo - Da euforia, a frustração em massa!”. Não perca!Ah, não perderei! Só estou em dúvida quanto ao título: o segredo da euforia é a frustração em massa? Ou o sujeito não tem ideia de quando se utilizam vírgulas e crases? E frustração em massa parece ser algo perigoso.
Não tenho dúvida, que um dos momentos mais impactantes em minhas aulas e palestras, são as análises de clientes e concorrentes, trazendo informações relevantes sobre produtos, serviços, estratégias, crescimento no mercado, entre outros, que ao serem utilizados em estratégias e apresentações comerciais, tornam a abordagem comercial agressiva e ao mesmo tempo, encantadora a quem assiste, além de uma gama de informações extremamente relevantes. Enfim, algo que ninguém espera.Bonito isso, vocês não acham? Agressivo e encantador; como uma piranha-caju no Rio Amazonas. As vírgulas continuam a ser utilizadas pelo autor do texto como adereço, talvez para deixar as frases menos atamancadas; a criatura não foi bem sucedida na empreitada, mas isso não é motivo para desistir, oras! Afinal, haverá informações relevantes – algo que ninguém espera. Assim como a Inquisição Espanhola...
Neste mês de agosto, estou disponibilizando tal metodologia, apenas para cursos in-company. É importante lembrar, que este curso é inédito no Brasil; tal metodologia aplicada... está devidamente registrada na Biblioteca Nacional.Prezado, na Biblioteca Nacional registra-se qualquer coisa! Até manual de feng-shui. De toda a forma, tenho para mim que o tal curso deveria ser de uso exclusivo das Forças Armadas.
No dia 04 de março de 2007, provei através da metodologia de benchmarking agressivo, a evidente recessão dos Estados Unidos, quando poucos falavam com dados sobre o assunto.E ninguém deu ouvidos a este sujeito? Um verdadeiro profeta de Wall Street ignorado, solenemente! Homens de pouca fé, isso sim. Deve ser por que ele é dos poucos que falam com dados; mas tem que fale com os próprios botões, para as paredes, no vazio... Cada um fala como pode, oras!
Mas meus alunos e participantes de palestras, já sabiam e são testemunhos desta afirmação. Com certeza, eles estão muito bem hoje, pois se preparam para a "marolinha".Viram? Os alunos são testemunhos – seriam testemunhas se fossem alunas, né? Destaque para a ironia fina, no limite do dandismo, presente na utilização da expressão do presidente da República. Ironia é para poucos, não adianta.
Não se trata de achismo ou de previsões econômicas. Em breve lançarei um livro sobre este assunto. Trata-se sim, de uma análise do movimento de uma determinada demanda. Quer saber sobre o futuro da nossa economia? Dos EUA? Ou melhor, da sua empresa, seu cliente ou concorrente? Contrate agora mesmo, o curso abaixo. Tenho poucas dadas disponíveis em agosto.Há muitas coisas acontecendo neste parágrafo. Tomando por base o linguajar do sujeito, imagina-se que patamar atingem suas reflexões teóricas. Melhor marcar hora com Mãe Dinah ou Walter Mercado. Ao menos, o show é mais honesto. Não esqueçam que há poucas "dadas disponíveis" – e os dados, ele já usa para conversar, como vimos.
Está em dúvida? Não acredita na metodologia? Me envie um desafio!. Antes de contratar o curso, me envie o nome completo da sua empresa, cliente ou concorrente. Faço questão de enviar uma amostra do que a metodologia é capaz de descobrir. Abraços,Enviemos um desafio ao sujeito – o que pesa mais: um vocabulário restrito numa estrutura textual de doer ou ideias medíocres apresentadas como se fossem o último grito da The Economist? Se ele responder em menos de 3 horas, ganha uma maria-mole rosa. Ah, sim, e antes de "contratar o curso", é preciso enviar o nome dos seus concorrentes; é uma boa ideia, pois ele vai infernizá-los com spams cafonas até a falência!

A publicação é da americana Quirk Books, especializada em crossover books, que já publicou Orgulho e Preconceito & Zumbis. Aí embaixo, o "trailer do livro".quer promover a segurança no trânsito –"fica aquela atrapalhação no semáforo" – e acabar com a "poluição visual dinâmica" causada pelos artistas. "O problema é que essas pessoas não têm qualquer vínculo e aí ficam dormindo nas praças. Dizem que são artistas de rua. Será que é esse tipo de gente que queremos na nossa cidade?", questiona o secretário. Segundo Rauen, depois que a portaria foi editada, os artistas sumiram da cidade. "As pessoas estão mais felizes, com o moral mais elevado", afirma.Particularmente, eu não sou daquelas criaturas comunidade-alternativa, era de Aquário e afins. Me pergunto se eu teria encarado lama e falta de instalações sanitárias mesmo que fosse para ver Carlos Santana, The Who e Joe Cocker ao vivo. Não concordo que, em nome da liberdade, cada um faça o que der na telha, mesmo que prejudique outros, em qualquer grau. Isso esclarecido, tenho a dizer que me dá um arrepio quando vejo expressões como esse tipo de gente ou a nossa cidade sendo utilizadas como se fossem naturais, como se não houvesse nada de bizarro pois se referem a tipos bicho-grilo, artistas de rua ou estrangeiros. E não, não é exagero: quando nos habituamos a pensar que há um "tipo de gente" que deve ficar fora de "nossa cidade", é hora de rever alguns conceitos. E rápido!
24 cm de altura e só? Como é que se mede a altura de um meteorito? O que houve com o bom e velho "25 cm x 24,3 cm x 20 cm e 22 kg", por exemplo?
Como é que se faz a cobertura completa de uma morte? Fica-se ao lado do sujeito já em seus últimos minutos de vida?
Deixa retardado...? Detona o nariz...?
Depois vieram o todo-poderoso Vincent Price e Christopher Lee; até o Jack Palance posou de vampiro, num filme maravilhoso de tão ruim que é; o Roman Polanski criou a bizarra A dança dos vampiros. Aquilo era muito engraçado. Os filmes coloridos abusavam no tema, principalmente os do Christopher Lee, em que o sangue escorre ou goteja em tons entre o alaranjado e o rosa-choque – combinando com as camisolas das mocinhas, sempre fluorescentes. Talvez só perca para Blacula, "Dracula's soul brother", uma preciosidade do desgoverno:
Já deram o que falar aqui no Trator aqueles objetos de decoração de antanho como cachos de uva de vidro, isqueiros do tamanho de uma jaca delicadamente pousados sobre a mesinha de centro; miniaturas de calhambeques com rodas cromadas; enfeites com hastes de aço unidas num suporte e com bolinhas nas pontas: você juntava todas as hastes com as duas mãos e depois soltava – alucinação infantil garantida por horas; havia os "palitos" para azeitonas e afins que eram espadinhas e sabres; Comadre Si lembrou de quadros com fundo de veludo escuro e cores brilhantes (eu me lembro desses com paisagens japonesas, parece que tinha Jesus aveludado também). Mas nada batia os quadros de criancinhas que choravam; criancinhas e palhaços.
E como coisa duvidosa pouca era bobagem, lendas urbanas por todo o planeta sobre estes quadros surgiram – a ponto de provocar uma queima deles, nos EUA, no melhor estilo KKK. Havia várias versões para a maldição dos quadros: se você olhasse por mais de tantos minutos o dito cujo, veria a caveira da morte por detrás do rosto do menino; que virando o quadro de ponta cabeça, veria o capeta em pessoa devorando o menino; que se pusesse o quadro defronte um espelho, veria cenas horrendas e por aí ia o delírio. Seja de que forma for, para além da maldição, sempre encafifei com o motivo que leva alguém a pendurar na parede o rosto de uma criança triste que só, sofredora, vítima dos abusos de um mundo cruel... Só pode ser sadismo, dos piores! Não sei o que gurus do feng shui têm a dizer a respeito, mas o Trator Estilo desaconselha. Porque quem começa com quadro de criancinha e palhacinho chorando, sabe-se lá com o que termina, né?
Evitar quinas de paredes ou pilares agredindo as visitas e os anfitriões. Para isto, podemos utilizar dispersores de cristal pendurados no teto exatamente na quina ou vasos com plantas altas para neutralizar o efeito cortante da verticalidade da quina.Eu não entendi bem como é que se neutraliza a verticalidade da quina, mas só sei que na minha casa, nem quinas e nem pilares se metem a besta e agridem meus convidados. Mas não tem perigo! Que tentem uma vez só para ver o que lhes acontece! Era só o que me faltava, francamente.
Os quadros podem retratar paisagens acadêmicas, impressionistas, etc., e que simbolizem lugares bonitos e prósperos; e não temas de tragédias ou lugares que predominem vida com atividades de sacrifícios. Obs.: Para o Feng Shui devemos decorar as paredes de nossa casa ou local de trabalho com temas prósperos, dos quais gostaríamos de, por algum momento de nossa vida, fazer parte. Na realidade, para que as coisas fluam é necessário visualizarmos coisas boas; e não quadros retratando trabalhos árduos, casebres em ruínas e barcos podres naufragando a beira de um cais.
Se em sua sala de estar não existir um bar nem tampouco um carrinho de chá, você pode dispor uma bandeja com garrafas de bebidas e copos sobre uma arca ou mesmo num aparador.Quão moderno, funcional e adequado é um carrinho de chá, não acham? Me entristeço só de lembrar que não tenho um. Em todo o caso, será que aquele famoso sofá canto bar não pode substitui-lo? Acho muito digno, até por que colocar copos sobre uma arca – e ali mantê-los – não é tarefa das mais simples...
Que o estofamento e a estrutura das cadeiras estejam em bom estado de conservação para evitar explicações constrangedoras no momento da recepção.E a gente tem que dar explicações sobre o estofamento das cadeiras? E o que poderia causar uma explicação constragedora quanto ao estofamento das cadeiras? "Não repare, mas é que fomos bombardeados na última quinta"? Mas nem que você tenha cadeiras com espaldares altos, torneados à moda trono, com veludo e tudo! Explicação constrangedora você dá em consultório, médico, odontológico e olhe lá!
Que não sejam utilizados copos de geléia nem requeijão diariamente, reservando as melhores peças (copos e taças de cristal, e o aparelho de jantar em porcelana) para as visitas. Afinal, foi você quem trabalhou para obtê-los.O que mais me impressionou na dica foi o "aparelho de jantar em porcelana". E será que se você utilizar o aparelho de jantar em porcelana, pode daí usar os copos de requeijão? E os de Nutella, com o esquilo, valem?
Que os anfitriões sentem à mesa em posição oposta à porta, de modo a manterem o controle sobre tudo que está acontecendo e não sejam surpreendidos pelas costas por energias inconvenientes.
Angeli é dos melhores analistas deste país. Sem sombra de dúvida, a situação tá glauber, tá glauber!!!! E assim, nada mais justo que imagens dele sobre a política brasileira 
Tá. Vamos falar seriamente: e é necessário um chef francês pra criar essa
Pois dia desses, revirando os sebos virtuais, não é que tropecei no livro? Não acreditei! Quase caí pra trás, até por que o original é alemão, chama-se Von Fünf Bis Fünfundzwanzing - Geschlechtserziehung in Gesprächen, escrito por Gusti Gebhardt. Pqp!!! Juro, não estou inventando. Ficha catalográfica aqui. Me lembrei do Jair, claro, que não entendia como eu e ele tínhamos conseguido chegar à idade adulta com os pais que tivemos, HAHAAHAH! Enfim, fico imaginando que o raio do livro deve ter sido escrito em Berlim Oriental, por pedagogos do regime, sob a supervisão da Stasi!!! Só pode! Se bem que... vendo o que fazia na época a Alemanha Ocidental em termos de diversão, é pouco provável que saísse um livro melhor, né? Aaahhhhhhhhhrrrrrrgggggg!!